Bom fim de semana a vocês. Sejam felizes e leves. Hoje, um bom e irreverente amigo, faz aniversário. Começa às 23.47 min e não tem previsão de final. Cada convidado fará uma performance. Recomenda-se deixar táxi, ambulância ou motorista, de sobreaviso, diz o convite. Prezado amigo, tô nessa. Por vias das dúvidas e dos acontecimentos, deixarei os três...

Aos teus cuidados

Habitam em mim, hoje, as enlouquecidas esperanças e as lúcidas certezas. Com uma, construo o mistério de ser feliz, com a outra, teço os silenciosos desesperos. Faço lenha de tudo que nos ameaça: o tempo, teu abandono, a intolerância dos que não sonham e deixo queimar na fogueira dos medos. Eu já os tive, como rédea e cultivo, razão de abandono de todas as escolhas.
Mas não quero a última das renúncias, pois sei que lamentarei por todos os dias, não ter construído meu leito de morte de amor na delicadeza de teus olhos. E ficarão perdidas em minha alma, cativa da tua, tão linda, para sempre, todas as palavras de amor e ternura que ensinei a minha boca só para povoar a memória de teu tempo ao meu lado. Não pisarei as ruas com tua mão, âncora da minha, nem saberei que brinco enfeita tua orelha em cada manhã, nem deitaremos na rede da fazenda , teus braços perdidos de intenção, em abandono nos meus, apenas para esperar o fim da tarde e o movimento do sol. Não poderei ouvir tuas queixas do mundo para te acalmar e proteger, pois já o sei imprevisível, nem verei tua barriga prenhe, a minha vida se formando dentro de tu, roça de meia, o teu leite alimentando a boca de meu filho, nem terei o cheiro de tua sanidade e loucura, depois do banho.
Não repartirei contigo, no jantar, o pão que gostamos, nem poderei deixar que teu choro, das inevitáveis dores de viver, escorram por teu rosto de milagre e teu acalanto de alívio e passagem seja meu peito. Não terei mais teu ouvido para me contar, como Sherazade às avessas, tentando te seduzir por todas as mil noites de mil anos, nem sinais dos encantos de teu coração tão fértil de vida, poderão ser identificados nas constelações e no que escrevo. Dizer-te não, não será o fio de Ariadne que me salva, mas o labirinto de minha perdição.
Eu sei, eu sei, que as lúcidas certezas me dizem não, eu sei, eu sei, que as lúcidas certezas te dizem não mas, hoje, especialmente hoje, em que os sonhos de um amor maior de todos, que atravessasse todas as encarnações, eram o pão desta manhã, eu queria apenas ofertar, irreversível, para teus cuidados, meu coração insensato...

As fantásticas imagens acima são do fotógrafo Daniel de Andradade. Assim como as amáveis palavras abaixo, que me endereçou por e-mail.

Renivaldo,
Obrigado pelas amáveis palavras e lembranças. Pessoas como você é que a gente considera irmão e parceiro na política. Independente de partidos, mas batalhador pelas causas de liberdade e justiça. Esse partido é felizmente muito grande, capaz de a qualquer hora, mover montanhas. Será? ... Porque demora tanto ! Felicidades amigo.
Abraços,
Daniel de Andrade
 
www.saitica.blogspot.com

Ajudo o nosso herói Ronaldo Feromônio a reconhecer melhor quem é quem. Veja as imagens e clique no botão respectivo, mulher ou travesti.
Boa sorte!
































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Fonte: Site Eu podia tá Matando



 
O único grande mistério é a diferença sexual

Por Arnaldo Jabor

Está rolando na internet um texto ridículo sobre "mulheres" atribuído a mim. Sou uma besta, todos o sabem; mas não chego a esse relincho lamentável do asno que o escreveu. Diz coisas como: "A mulher tem um cheirinho gostoso, elas sempre encontram um lugarzinho em nosso ombro..." Uma bosta, atribuída a mim. Toda hora um idiota me copia e joga na rede. Por isso, vou falar um pouco de mulher, eu que mal as entendo na vida. Não falarei das coxas e seios e bumbuns... Falo de uma aura mais fluida que as percorre.

Gosto do olhar de onça, parado, quando queremos seduzi-las, mesmo sinceramente, pois elas sabem que a sinceridade é volúvel, não perdura. Um sorriso de descrédito lhes baila na boca quando lhe fazemos galanteios, mas acreditam assim mesmo, porque elas querem ser amadas, muito mais que desejadas. Elas estão sempre fora da vida social, mesmo quando estão dentro. Podem ser as maiores executivas, mas seu corpo lateja sob o tailleur e lá dentro os órgãos estranham a estatística e o negócio. Elas querem ser vestidas pelo amor. O amor para elas é um lugar onde se sentem seguras, protegidas.

O termômetro das mulheres é: "Estou sendo amada ou não? Esse bocejo, seu rosto entediado... será que ele me ama ainda?" A mulher não acredita em nosso amor. Quando tem certeza dele, pára de nos amar. A mulher precisa do homem impalpável, impossível. As mulheres têm uma queda pelo canalha. O canalha é mais amado que o bonzinho. Ela sofre com o canalha, mas isso a justifica e engrandece, pois ela tem uma missão amorosa: quer que o homem a entenda, mas isso está fora de nosso alcance. A mulher pensa por metáforas. O homem, por metonímias. Entenderam? Claro que não. Digo melhor, a mulher compõe quadros mentais que se montam em um conjunto simbólico sem fim, como a arte. O homem quer princípio, meio e fim. Não estou falando da mulher sociológica, nem contemporânea, nem política. Falo de um sétimo órgão que todas têm, de um ¿ponto g¿ da alma.

Mulher não tem critério; pode amar a vida toda um vagabundo que não merece ou deixar de amar instantaneamente um sujeito devoto. Nada mais terrível que a mulher que cessa de te amar. Você vira um corpo sem órgãos, você vira também uma mulher abandonada.

Toda mulher é "Bovary"... e para serem amadas, instilam medo no coração do homem... Carinhosas, mas com perigo no ar. A carinhosa total entedia os machos... ficam claustrofóbicos. O homem só ama profundamente no ciúme. Só o corno conhece o verdadeiro amor. Mas, curioso, a mulher nunca é corna, mesmo abandonada, humilhada, não é corna. O homem corneado, carente, é feio de ver. A mulher enganada ganha ares de heroína, quase uma santidade. É uma fúria de Deus, é uma vingadora, é até suicida. Mas nunca corna. O homem corno é um palhaço. Ninguém tem pena do corno. O ridículo do corno é que ele achava que a possuía. A mulher sabe que não tem nada, ela sabe que é um processo de manutenção permanente. O homem só vira homem quando é corneado. A mulher não vira nada nunca. Nem nunca é corneada... pois está sempre se sentindo assim... Como no homossexualismo: a lésbica não é veado.

A mulher é poesia. O homem é prosa. Isso não quer dizer que mulher seja do bem e o homem, do mal. Não. Muita vez, seus abismos são venenosos, seu mistério nos mata. A mulher quer ser possuída, mas não só no sexo, tipo ¿me come todinha¿. Falam isso no motel, para nos animar. O homem é pornográfico; a mulher é amorosa. A pornografia é só para homens. A mulher quer ser possuída em sua abstração, em sua geografia mutante, a mulher quer ser descoberta pelo homem para ela se conhecer. Ela é uma paisagem que quer ser decifrada pelas mãos e bocas dos exploradores. Ela não sabe quem é. Mas elas também não querem ser opacas, obscuras. Querem descobrir a beleza que cabe a nós revelar-lhes. As mulheres não sabem o que querem; o homem acha que sabe. O masculino é certo; o feminino é insolúvel. O homem é espiritual e a mulher é corporal. A mulher é metafísica; homem é engenharia. A mulher deseja o impossível; desejar o impossível é sua grande beleza. Ela vive buscando atingir a plenitude e essa luta contra o vazio justifica sua missão de entrega. Mesmo que essa "plenitude" seja um living bem decorado ou o perfeito funcionamento do lar. O amor exige coragem. E o homem... é mais covarde. O homem, quando conquista, acha que não tem mais de se esforçar e aí, dança...

A mulher é muito mais exilada das certezas da vida que o homem. Ela é mais profunda que nós. Ela vive mais desamparada e, no entanto, mais segura. A vida e a morte saem de seu ventre. Ela faz parte do grande mistério que nós vemos de fora, com o pauzinho inerme. Ela tem algo de essencial, tem algo a ver com as galáxias. Nós somos um apêndice.

Hoje em dia, as mulheres foram expulsas de seus ninhos de procriação, de sua sexualidade passiva, expectante, e jogadas na obrigação do sexo ativo e masculino. A supergostosa é homem. É um travesti ao contrário. Alguns dizem que os homens erigiram seus poderes e instituições apenas para contrariar os poderes originais bem superiores da mulher

As mulheres sofrem mais com o mal do mundo. Carregam o fardo da dor histórica e social, por serem mais sensíveis e mais fracas. Os homens, por serem fálicos, escamoteiam a depressão e a consciência da morte com obsessões bélicas, financeiras ou políticas. As mulheres agüentam firmes a dor incompreendida. O mundo está tão indeterminado que está ficando feminino, como uma mulher perdida: nunca está onde pensa estar. O mundo determinista se fracionou globalmente, como a mulher. Mas não é o mundo delicado, romântico e fértil da mulher; é um mundo feminino comandado por homens boçais. Talvez seja melhor dizer um mundo-travesti. O mundo hoje é travesti.

 

Sabedoria

"É tão curto o amor e tão longo o esquecimento."

Pablo Neruda, poeta chileno


 Carlinha

A declarar...

A vida até que tem sido merecedora de respeito no último mês e diria eu que, aos 30, ela tem sido generosa demais, mas o que o corpo faz, nem sempre tem a mesma plenitude da alma. Então tenho escrito verdades de liquidificador, objetivas e formais. Cansei do lirismo indefeso. Sei, entretanto, que sou aquariano, e nado em direções opostas. Amanhã poderei ir no caminho avesso...


Carla Bruni, primeira-dama da França...

o caderno 'ela' do jornal o globo, publicou no último domingo um texto intitulado "os homens sempre voltam". ouviu especialistas e mulheres que um dia já sofreram com uma perda repentina. o livro diz que essa possibilidade existe, talvez na china ou no próximo planeta xkpgi9 a ser descoberto. uma teoria a qual muitos de nós acredita e comprova, diz que quando o pé na bunda é dado por nós, homens, pode esquecer e esperar sentada porque já era. claro que acontece, mas não como promete o livro. porque mesmo que tu seja uma gostosa (sim, esses casos também acontecem...) ou a mulher mais linda do pedaço, tu também pode levar um pé na bunda. porque se a gente vai, é pra não voltar atrás... a seguir um trecho da matéria.


Os homens sempre voltam

Nova teoria de auto-ajuda diz que mulher rejeitada terá o ser amado de volta quando menos esperar. O ELA ouviu histórias de gente que comprovam isso. Ou não

Carolina Isabel Novaes


Penélope Parker garante: os homens voltam. O cara num dia diz que está apaixonado e no outro termina a relação? Fique sossegada, companheira de luta, este mesmo rapaz vai voltar, quando menos você esperar. Não precisa roubar a criança do Santo Antônio, ler borra de café nem escrever o nome dele num papel coberto de mel. Basta deixar solto, laissez faire, laissez passer, dizer ao astral “volta pro mar, oferenda!”, seguir Lao Tsé: “Quem se empenha, fracassa”.

Penélope Parker não é milagreira nem macumbeira, ela é a narradora do livro “Os homens (às vezes infelizmente) sempre voltam”, lançado no Brasil pela L&PM. O título foi publicado em Argentina, México, Estados Unidos e, em breve, Espanha. Originou-se de uma idéia muito simples: o problema dos livros de auto-ajuda que existem por aí é que eles partem do princípio que você, mulher abandonada, quer superar o fora e deixar tudo para trás — e quem disse que queremos deixar tudo para trás? “Este não é o caso da maioria dos mortais, e certamente não é o caso das mulheres que têm a infelicidade de serem abandonadas. Normalmente queremos que ele volte para os nossos braços, de preferência correndo, com um buquê de flores na mão e um sussurro de desculpas nos lábios”, lê-se no início.

 

Pâmela, em Belém, na praia de Outeiro.

Nada mais delicioso do que a alegria e o sorriso, não é mesmo?
Pois como dizia Cartola…
“… a sorrir, eu pretendo levar a vida…”
E pela lei de Chico Buarque…
“… a gente era obrigado a ser feliz!”
Vinícius completa quando canta que…
“é melhor ser alegre que ser triste, a alegria é a melhor coisa que existe”

O ateu e a torrada
 
Era uma manhã rotineira na vida de José Mário. Matemático, professor de faculdade e ateu convicto até o apocalipse, comia religiosamente 2 torradas com manteiga e geléia de cupuaçu. (Deus me livre se não houvesse geléia de cupuaçu!) Era uma equação simples. Duas passadas de faca na manteiga sem sal e uma colherzinha de geléia aplicada com uma força X, suficiente para espalhar a geléia, mas não o suficiente para quebrar a torrada. José Mário necessitava segurar a torrada com uma força Y= -X, para balancear as forças evitando que a torrada caia no chão. Caso Y>-X, inevitavelmente a torrada cairá com sua face geleística voltada para baixo, exatamente como ocorreu nessa manhã aparentemente rotineira.
A regra universal que dita a sujeira no mundo desde a gênese diz que se um objeto cai e fica por menos de 5 segundo no chão, o objeto ainda estaria limpo e pronto para o consumo. José Mário, como exímio conhecedor de regras universais e há muito morando sozinho, recupera a torrada do chão e qual sua grande surpresa? Estava lá. Claramente. Milagrosamente nítida. A cara de Jesus Cristo estampada em sua bendita torrada.
O que um ateu faz quando se depara com um milagre?
A primeira reação de um ateu é a contestação. Como São Tomé, primeiramente desconfia. Não, nada a ver. É coisa da sua imaginação. É como olhar as nuvens e encontrar formas. Mas olhando melhor, a imagem era divinamente clara. Havia até um certo brilho santo ao redor da imagem. Fez-se a luz nas camadas de manteiga. Qual era a chance disso acontecer? Calcula as probabilidades. Menos de 1 bilhão para um de tal evento acontecer com tanta precisão. É, os números estavam contra ele. Justo os números que tanto confiava. Tenta repetir o experimento. 2 pacotes de torradas de imagens disformes. O máximo que conseguiu foi em uma torrada que se olhada de um ângulo específico, até poderia se assemelhar, vagamente, a um coelhinho caolho sem orelhas. Resolveu parar, pois não poderia faltar a geléia de amanhã, e Deus me livre se não há geléia de cupuaçu!
Segunda reação de um ateu, a dúvida. E se fosse realmente um sinal divino? Todos esses anos comendo carne vermelha na sexta-feira santa? As vezes que cobiçou a mulher do próximo, as que via revistas de mulher pelada escondido no banheiro ou quando roubou figurinhas jogando bafo… Tudo isso seria uma passagem segura para o inferno? Seria um alerta para que ele começasse a frequentar a igreja?
Terceira reação de um ateu, a revolta. José não se daria por vencido. Ele não jogaria a batina assim tão fácil. Não seria uma torrada a romper toda a sua (des)crença. Quer briga? Então olha o que eu faço com sua torrada! José aproxima a torrada à boca, lentamente abre sua bocarra e prepara uma grande mordida entre a coroa de espinho e a sobrancelha esquerda de Jesus.
Quarta reação de um ateu, a redenção. Espera! Talvez seja melhor não comer a torrada. Afinal ela caiu no chão. Talvez tenha passado mais dos 5 segundos. Pode haver micróbios. Pode causar dor de barriga. Imagina se dá um piriri. E com piriri não se brinca! Pior que as pragas do Egito! Lavo minhas mãos. Melhor pegar outra torrada.
Resolveu deixar a torrada milagrosa de lado. Mas a cara de Jesus continuava encarando-o. A pulga atrás da orelha ainda coçava. Há de haver uma explicação mais razoável que uma entidade toda poderosa sem ter mais o que fazer além de pregar peças em matemáticos ateus. Existe algum fator que passou despercebido. Algo que dê a luz sobre esse mistério. Olhe atentamente, analise friamente…
Eureca!
Como não havia visto isso antes! Era óbvio! A vida volta a fazer sentido. A figura na torrada não é o Jesus Cristo! É o deputado Ruy Smith! Claro, por que acreditar em um Ser Supremo invisível, inatingível? O Ruy Smith era real, estava ali, ao alcance de todos! É lógico! Quem mais sofreu tantas perseguições e foi crucificado pelo Pedro da Lua? Quem mais ressucitou a CPI da Pedofilia quando ninguém mais esperava?
Satisfeito, José Mário guardou a torrada junto com os antigos santinhos do PSB e saiu cantarolando. Esse Ruy Smith é foda!

APENAS UMA CANTIGA DE AMOR
 
Eu olhava para ela totalmente embasbacado pela perfeição de suas formas. Uma peça de precisão milimétrica, com suas formas redondas e perfeitas. Alguém com capacidade de fazer muito mais do que aparenta, desde que bem trabalhada.

Percorrendo seu corpo, observava que força nenhuma a modificaria e que, todo seu contorno era algo difícil de se compreender tão grande era sua perfeição.

Com meus dedos tão ávidos, não queria tocá-la com medo de quebrar seu encanto, mas o meu fascínio se tornou tão grande, que a vontade foi maior do que o receio. Uma vontade quase psicótica de tê-la em minhas mãos, e por um instante que fosse, sentir-me parte daquela obra magnífica.

Segurei-a e mal pude conter meus sentimentos. Com as mãos trêmulas, toquei-a e pressionei-a até manchar de escarlate minha pele rija.

Subi, e enfim cheguei em sua cabeça, por pouco não soltei-a e em qualquer parte que fixasse meus olhos me deslumbrava com sua simetria e precisão.

Resolvi descer todo seu corpo, com cuidado tal para que tocasse-a integralmente, e por fim fixei-me na sua última extremidade, no limite de não sentí-la mais.

Analisando-a pela última vez, me impressionei em como alguém tão meigo e delicado pudesse ser tão forte. Suportando tantas pressões, em qualquer lugar que estivesse, lidando com quem quer que fosse.

Por fim, refleti e acabei concluindo: É … por incrível que pareça, até uma peça metálica como um PARAFUSO, pode ser alvo de um texto poético.

SOU UM MACHISTA CONVICTO!
 
Direito de Igualdade entre os Sexos? Muitas pessoas, ou melhor, quase todas se consideram defensoras deste Direito, não é? Eu não. Sinceramente acho isso uma grande estupidez.

Meu argumento é muito simples: Homem e Mulher são (me perdoem a sinceridade) DIFERENTES! E sou muito grato a Deus por isso. Qual é o problema das pessoas em reconhecer?!

É muito difícil admitir que a mulher necessita de licença maternidade porque fica grávida, e o homem não tem esta licença porque não fica? Ou então que as mulheres ficam melhor de tubinho preto do que os homens? Que “nado sincronizado masculino” é uma sentença totalmente absurda?!

Pois é, não acho tão difícil concordar com essas frases. E por isso acho que a diferença entre sexos tem de ser, veementemente, defendida. Mesmo porque, inconscientemente, até as mulheres concordam. Quer um exemplo:

“Consumação mínima: Homens R$ 25,00 e Mulheres R$ 15,00.” Essa é um dos maiores ícones da diferença entre os sexos, mas nunca ouvi uma voz que se revoltasse contra ele.

Então vamos deixar de hipocrisia e vamos louvar as diferenças! Eu não quero que as mulheres tenham suas cabeças raspadas ao ingressar na faculdade, e muito menos quero participar do chá de cozinha do meu colega que irá se casar no mês que vem. Isso para não se falar do sexo! (Ou alguém aqui é contra as diferenças entre o corpo feminino e masculino. E não venha me chamar de homofóbico!).

Além do mais, ao se clamar pelo Direito de Igualdade entre os Sexos, as pessoas esquecem do Direito de Igualdade entre os Homens (digo, ser humano). Se este Direito for assegurado a todos, nem será preciso pensar naquele outro.

A ex-namorada de um amigo meu, quando perguntada pelo seu time de futebol predileto, sempre respondia: “Eu sou menina!” Pronto ! É isso que eu quero: Chega de rancor e ranzinzismo em relação às diferenças. Vamos debochar, relaxar e aproveitar delas.

E viva a diferença !

Carnaval...

Feriado é bom e todo mundo gosta. O Brasil, não tenho certeza, mas pode ser o país com o maior número de feriados e mesmo assim parece insuficiente. Dentre tantos feriados e dias comemorativos acho que o Carnaval é o feriado que satisfaz (entenda como quiser).

O que não se entende sobre o Carnaval é quem decide quando vai ser? Até hoje nunca entendeu-se direito porque alguns são no começo e outros no meio de Fevereiro; tem até no final, já começando Março. Talvez pelo mês que, sempre, mostra-se atípico visto que não tem o mesmo número de dias que os outros; e quando tenta é taxado de bissexto. Pobre coitado…sozinho no meio dos outros; porque tem feriado à vista – você sabe na hora e já resolve ali na lata – é aquele feriado mais clássico que você vê o dia marcado, por exemplo dia 25, e sabe que dia da semana vai cair e pronto, quinta-feira. “Vamoimendá”?

Tem também aquele feriado pré-datado que você sabe que vai ter, só não sabe direito o dia que vai cair, exemplo: segundo domingo de maio (custa definir um dia?). “Vamoimendá”? Acho que não, droga, é domingo!

E tem aquele feriado a prazo que contando a partir da entrada mais 30 e/ou 60 dias depois você pode comemorar – como a Páscoa por exemplo que é comemorada 40 dias após o Carnaval. Mas e o Carnaval, qual deles é?

Pesquisas recentes mostram que pode ser o contrário, afinal é o Carnaval que é comemorado 40 dias antes da Páscoa e que por isso ele também se encaixa na categoria dos feriados “em-que-merda-de-dia-cai”. Como o Carnaval depende da Páscoa ele passa a não ter data fixa já que a nossa Páscoa (a católica, afinal somos um país católico) não pode coincidir com a judaica (que é fixa).

Vou explicar, então, a dúvida que paira sobre nossas cabeças: “Que dia é o Carnaval?” Bom, é só você, apartir do equinócio da primavera (21 de Março), verificar a lua nova que antecede o equinócio e contar a “lunação do cômputo”, que é o espaço de tempo entre duas luas novas (pra quem não sabe isso dá em torno de aproximadamente 29 dias, 12 horas, 40 minutos e 02 segundos, mais ou menos). Aí, então, você terá o Carnaval? Não. Aí você verfica qual será o primeiro domingo depois da lua cheia – mais ou menos o 14º dia de lua nova se considerarmos que estamos no cômputo – e aí sim você vai ter a data exata; da Páscoa. Feito isso é só você contar os 40 dias que já sabemos – ou talvez a única coisa que sabemos da Páscoa, além dos chocolates e coelhos – até o Carnaval.

É bem normal, no Brasil, as pessoas não saberem como se decide ou marcam os dias do Carnaval, afinal é preciso saber o que é um equinócio, cômputo, fases da lua, contar e se você ficou de exame em geografia, português, história ou matemática você vai querer saber mesmo é se “Vamoimendá”?

Adultescência
 
Ela chega sem data nem hora marcada. Bem inoportuna. Quando você menos espera, “clap”! Lá está ela como fosse um bom tapa na cara. Daqueles bem ardidos. A “Adultescência” pode chegar aos 11 ou aos 50 anos, em Manhattan ou no Afuá. Variável conforme a pessoa, porém sempre com o mesmo conteúdo.

Ela chega para te mostrar uma coisa muito simples. Coisa que sempre lhe disseram, você viu nos filmes e novelas. Muitas vezes você próprio afirmou. Ainda que a mínima idéia do que estava falando.

A vida é injusta.

É injusta sim. Não há o que debater. Seja por causa do seu carro que você bateu e não tinha seguro justamente quando ia vendê-lo, seja quando o amor da sua vida arruma um namorado justamente quando você iria se declarar. A injustiça está sempre te circundando com apelidos como azar, fatalidade ou “lei de murphy”.

A vida é injusta.

Admitir isso é ter verdadeira noção do que é a realidade. Saindo de um universo de sonhos e fantasias que são a adolescência e infância você cai nessa amarga e presente realidade, com a sensação que está correndo atrás de um trem que já partiu.

Todos nós até o momento em que viramos adultos somos mimados e privilegiados. Acreditamos que se não está do nosso jeito está errado. Não entendemos que muitas vezes não vai ser do nosso jeito mesmo e pronto acabou.. Ás vezes até o exato oposto.

Ser adulto é saber aceitar isso. Não aceitar no sentido de passividade. Podemos e devemos lutar para fazermos do nosso jeito. Mas tudo tem espaço e tempo certo.

A vida é injusta, mas, Deus é justo.

Não que eu esteja aqui para evangelizar. Mas não acho que o ateísmo seja uma boa escolha. Pois, visto que a vida é injusta, é necessário ter-se um propósito para tudo. Qual o incentivo para se fazer as coisas certas se não se tem o por quê. Se não há punição ou recompensa é mais fácil fazer o mais cômodo. Não se desculpar, não se importar, não respeitar. Tendo um Deus tudo fica mais fácil de se entender. Você vai para o Paraíso, um plano superior ou sobe de casta. Ainda que tudo isso seja uma baboseira, é melhor viver acreditando nisso. Não se vive sem esperança.>

Pode parecer que a vida é uma desgraçada. Que te recebe de braços abertos cheio de carinhos e talco e te bota pra fora com seringas e quimio. Tudo isso para no final de tudo ser recompensado. Mas não se pode analisar assim. A vida nos dá muitas coisas para se passar por ela. Amor, amizade, força, bla, bla, bla. Mas tudo isso é muito pouco para vivermos. Nosso maior presente e arma dado pela vida é a liberdade.

A vida é injusta, mas até que boazinha.

Poder fazer o que bem entender é o que temos de mais valioso. A liberdade nos leva aonde queremos chegar, nos traz o que queremos ter, nos faz o que queremos ser. Pois isso é o que basta. Sejá lá qual seja sua ambição você pode ir atrás. Existem sucessos e fracassos logicamente, porém, o poder de tentar já é o suficiente para nos dar o que mais precisamos para sobreviver. A esperança. No entanto não há espaço para reclamações ou lamúrias. O nível de dificuldade é extremamente variável entre pessoas e coisas. Ser astronauta nascendo em Minas Gerais é tão difícil quanto ser o estrela do futebol nascendo em Ohio. O sucesso depende do quanto se está disposto a alcançar tal objetivo. Pois com liberdade, se faz o que realmente quer.

O dilema do supermercado

Você pega sua lista de compras e vai até o supermercado. Há um corredor inteiro, com vários metros de altura, só com opções de sabão em pó. Sabão de ação direta, dupla ação, tripla ação, multiação, com alvejante, com ação bleach (porque “alvejar” não é um termo claro o suficiente), com suavizante, com poder rosa, com solução anil, com 02, fresh, para roupas brancas, para roupas coloridas, para roupas sensíveis. E agora? Multiação é quantas vezes maior que tripla ação? Ou será que é menor? Não seria melhor ação direta? Para cuecas, o poder rosa está definitivamente fora de cogitação. Mas é melhor ter cuecas alvas ou suaves?

E os xampus? Hidratante, anti-queda, anti-caspa, para cabelos oleosos, secos e indefinidos, com condionador, dois-em-um, três-em-um. Onde está aquela opção “um-em-um”, xampu-xampu, mesmo? Não tem. É um beco sem saída. Você sabe que, independente da escolha que fizer, vai deixar lá na prateleira todas as outras opções. Só há uma única certeza: você vai escolher errado.

Se sentindo levemente derrotado, você se encaminha para a seção dos alimentos. Pobre alma. Café: forte, extra-forte, fraco ou equilibrado? Cereais matinais: com sete, oito ou nove vitaminas? Integrais ou com açúcar? Não seria melhor ver caixa por caixa, comparando os ingredientes?

Aí você, segurando aquele “iogurte sabor morango com pedaços de fruta adicionada de ferro e cálcio sem gordura trans em embalagem econômica compre três leve quatro”, enxerga aquilo. Aquilo. Você nem se lembrava, mas ela está lá. Inexorável, impenetrável, implacável: a tabela nutricional.

Suas opções foram multiplicadas exponencialmente. Agora, além de escolher sabor, cor, textura, marca, fabricante e ingredientes, há também lipídios, protídios, cálcio, ferro, fósforo e vitamina A. E calorias, meu Deus, calorias. É mais fácil deixar um notebook dentro do carrinho, planilha de cálculo aberta, preparando comparações e gráficos para ajudar a escolher, usando pontuações e ponderações de média para cada característica dos biscoitos recheados disponívels.>

É muita coisa. Não dá tempo. Você pensa que a melhor solução seria pedir demissão do trabalho para poder comparar corretamente as diferentes opções de pão de forma. Talvez até abrir uma empresa de consultoria em empanados de frango congelado. Ou criar um curso de especialistas em avaliação nutricional de jujubas de ursinho.

Antes de cair espumando de desespero no caminho para o corredor de bebidas, você se lembra que existem esmaltes para unhas. E agradece aos céus por nunca ter que pintá-las. Ainda bem.

Homens pra casar
 
Demorou, admitimos, demorou. Mas chegou o dia em que os homens estão entendendo o “big deal” que é o casamento. Por séculos os homens fugiram do casamento como noivo da noiva. Medo do comprometimento, da prisão, da castração social. Mas finalmente, o século 21 assiste os machos abraçando a tradição matrimonial.

Ainda que preserve tradições antigas, como a despedida de solteiro, também abro espaço para casar de branco, entrar na igreja com música, chá-bar, dia do noivo etc. Não que adote todos e todas, mas estou mais receptivo. É um grande passo para quem só aceitava se trajar de luto no grande dia.

Vamos nos divertir com as listas de presente, dando preferência para TVs de plasma e aparatos de churrasqueira mas espichando os olhos para travessas, baixelas e aparelhos de fondue. Sim é importante ter pratos para sopa, sobremesa, pizza e tartar. Seja lá o que for isso.

Vamos repassar a lista de convidados, entendo que realmente, aquele seu tio que acabou de sair da cadeia não pode ficar de fora. Padrinhos, podem ser seis casais sim, pega emprestado dois meus. Seu tio ladrão vai ser padrinho? Claro, ele precisa de apoio para voltar a sociedade. Vou sem relógio, você se importa?

Flores, lembranças, havaianas com os dizeres “tuquinho e tuquinha pra sempre”, eu apóio. Dinheiro? É detalhe, esse é o dia mais importante de nossas vidas não? Porque se importar com o financiamento do apartamento no mesmo prédio que sua mãe? Nós merecemos. Esse é seu dia de princesa, todos se curvarão a seus pés, mesmo que seja de bêbados, whisky 18 anos não vai faltar.

Lua de mel é um capítulo a parte. Faz todo sentido dividirmos entre Taiti e NY. Compras e lazer. Dias mágicos. Vamos nos divertir muito, assim como meu chefe. Não importa o que tenhamos que sacrificar, sabe porque?

Porque você é a coisa que mais amo no mundo, minha alma gêmea, nada é mais importante que isso. Quero passar o resto da minha vida com você, ter filhos, envelhecer juntos de mãos dadas na sacada nos nosso apartamento financiado pela Turmalina Residence em 87 anos.

Hein? Como assim? Você quer o que?  Focar na sua carreira, no seu desenvolvimento profissional? Não sabe se está fazendo isso na hora certa? Quer aproveitar mais suas amigas, conhecer o mundo, se sentir livre? Mas e o papo de alma gêmea? É bobagem? Temos de ser felizes sozinhos? Não eu não sou dependente de você, só queria ser feliz pra sempre. Como assim isso não existe. Ta, atende essa chamada do seu trabalho, você sempre dá preferência a eles mesmo. Mas depois disso você não me escapa. Depois de me enrolar por quatro meses…Será possível?

Aprendendo sobre fraternidade...
 
Quando se fala em Maçonaria no mundo profano, todos têm algum comentário a fazer: misteriosa, secreta, satânica, beneficente, caritativa... uns aprovam, outros reprovam, uns gostam, outros têm curiosidade e há também os indiferentes. No entanto, todos os profanos têm como verdade incontestável que os maçons são fraternos, ajudam-se entre si e se tratam como irmãos... Correm lendas que maçom pobre não existe, que maçom nunca perde causa na justiça, que maçom nunca se aperta, pois basta fazer um "sinal secreto" e pronto! Lá estão os "irmãos" para auxiliar o apurado... Como seria bom se essas lendas fossem reais!

Quem está do "lado de cá", sabe bem que isso é uma utopia, uma doce ilusão alimentada pelo romantismo dos que idealizam as instituições e os homens. Se analisarmos com frieza e objetividade, veremos que a realidade é bem outra, uma realidade lamentável... Homens que chegam a se odiar, que tentam prejudicar uns aos outros de todas as formas possíveis, que se esquecem dos laços de irmandade em troca de postos, condecorações, cargos, honrarias...que muitas e muitas vezes, sabendo que um "irmão" está passando por momentos difíceis, dão risada, fingem não ter conhecimento sobre o fato, mentem descaradamente, ludibriam, logram e prejudicam escancaradamente àqueles a quem deveriam estar unidos pelos doces laços da fraternidade e do respeito mútuo.

Um espetáculo de lamentável hipocrisia pode ser visto por ocasião daqueles discursos pomposos, carregados de termos como "Poderoso", "Amado", "Sereníssimo", "Soberano", "Especial", "Sapientíssimo" quando proferidos por verdadeiras lavadeiras e comadres que passam grande parte do seu tempo a "esfregar" a vida alheia contra as duras pedras da sarjeta, a criticar a todos quantos não reproduzam fielmente os seus pensamentos e a tentar "escalar" por sobre as cabeças para galgar mais um degrau de "glória maçônica"...>

Além disso, é chocante ver como se usa, sem a menor vergonha, a retórica vazia do "irmão". É "irmão" pra cá, "irmão" pra lá, quando, na verdade, é "maldito" pra cá e "desgraçado" pra lá. Um quer ver o outro morto, estirado sobre um esquife (e não é o simbólico não) e, mesmo assim, vão levando a patifaria da "irmandade sincera", fingindo na cara-de-pau um amor regado a elogios falsos enquanto tentam expulsar o outro da Loja, envolvê-lo em uma situação constrangedora, apunhalá-lo pelas costas fingindo "dar apoio", forjando fatos mentirosos e jogando a reputação do outro no lixo sem o menor pudor.

Certas intrigas ocorridas em meios maçônicos fariam corar as mais experimentadas fofoqueiras de bairro. Usar pessoas para se atingir um objetivo pessoal nada nobre, é prática da qual muitos "irmãos" são useiros e vezeiros. Fala-se muito em "tolerância" como se isso fosse a "virtude mor" dos maçons brasileiros. Isso é uma mentira!

Muitos maçons amapaenses confundem tolerância com permissividade, confundem liberdade de pensamento com confusão, falta de método e libertinagem intelectual...Querem ver onde está a "tolerância à brasileira"? Basta ver os ataques velados e abertos contra o agnosticismo do Rito Moderno que os "religiosos" lançam como bomba de estilhaços, sem se importar em desrespeitar a liberdade de consciência alheia. Taxam os modernistas de "ateus", o Rito Moderno de "ímpio" e "irregular", jogando acusações esdrúxulas e sem fundamento por sobre todos aqueles que "ousaram" pensar de forma diferente...Do outro lado, os irmãos agnósticos, esquecendo-se que a maçonaria deve ser um "centro de união, e o meio de firmar uma amizade sincera entre pessoas que teriam ficado perpetuamente distanciadas", passam a atacar de forma grosseira às crenças alheias, ridicularizando tudo aquilo que é sagrado para os que crêem, desrespeitando, da mesma forma, a liberdade de consciência dos teístas. Isso é tolerância?>

Será tolerância reagir com um ódio mortal contra quaisquer críticas que lhe atinjam de algum modo? É tolerante mandar um Aprendiz calar a boca quando ele levanta críticas reais e pertinentes? Quem ainda não viu essa cena? Quantas e quantas discussões ferozes, causadoras de um ódio profundo entre "irmãos" não nasceram de uma crítica que machucou a vaidade de alguém? Onde está o espírito de se fazer e ouvir críticas com uma intenção construtiva? Tudo o que se fala é para achincalhar o outro, botá-lo em situação constrangedora na frente da Loja toda, rebaixá-lo, arrebentar com sua auto-estima. Da mesma forma, toda e qualquer crítica, por menor que seja, é o bastante para cegar de raiva quem a recebeu, socar a mesa, gritar com os olhos injetados de furor, pedir o Quite Placet e amaldiçoar quem criticou "per saecula saeculorum Amém".

O irônico disso tudo é que, quando estávamos na Câmara de Reflexão, nossos olhos leram palavras como: "Lembra-te que és pó e ao pó tornarás"; "Se tens receio de que descubram teus defeitos, não estás bem entre nós"; "Se és apegado a distinções mundanas, sai; aqui não as conhecemos"...

A grande questão que se apresenta, mediante essas constatações é: Nós entramos na Maçonaria, mas terá a Maçonaria entrado em nós? Quanto de Maçom temos realmente?

Onde está o real espírito de fraternidade maçônico? Perdeu-se na brutalidade e vulgaridade de nosso século? Está escondido em algum templo abandonado? Perdeu-se junto com a palavra do Mestre? Onde estaremos nós, quando um irmão necessitar?

Reflitamos seriamente no sentido real de se vestir um avental maçônico...
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